Editor da Editora Letras & Letras


Escolas do Rio adotam meditação transcedental; assista

Um projeto inusitado está sendo implantado nas escolas da rede estadual do Rio de Janeiro. Os alunos estão aprendendo a técnica da meditação transcendental, que promete melhorar o rendimento acadêmico e até contribuir para a paz mundial. O projeto tem participação da Fundação David Lynch, que ensina meditação em todo o mundo.



Escrito por Carlos José Linardi às 13h40
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Educadores criticam questões do Enade

Diversas questões na prova do Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) mencionavam o governo Lula e a imprensa, o que provocou críticas de educadores. Algumas delas elogiavam programas do governo federal. A prova foi realizada no domingo pelo MEC (Ministério da Educação). Cerca de 1 milhão de calouros e formandos participaram do exame, que tem o objetivo de avaliar os cursos de ensino superior do País.


O MEC não quis comentar o conteúdo dos exames. Na prova de comunicação social, aplicada a universitários de seis carreiras, entre elas jornalismo, a questão de número 19 trata diretamente do presidente Lula.

O enunciado começa dizendo que Lula foi criticado por "veículos de mídia" ao afirmar que a crise financeira mundial seria uma "marolinha" no Brasil. Na sequência, afirma que "agora é a imprensa internacional que lembra e confirma a previsão de Lula".

Os estudantes de jornalismo se depararam com críticas à atuação dos veículos de comunicação. Uma das questões dizia que os jornais "inventam fatos" e "manipulam notícias". A prova pedia que os estudantes comparassem as linhas editoriais de jornais populares e os de grande porte.

Críticas
A especialista em avaliação Maria Inês Fini, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), questiona que tipo de habilidade pode ser avaliada com as questões formuladas. "Qualquer bom elaborador tenta evitar questões de cunho político, religioso ou ideológico", pondera.

Alípio Casali, professor titular da Pós-Graduação em Educação da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), acha que a questão da "marolinha" não pode ser considerada efetivamente propaganda, mas que ela apresenta um tom favorável ao governo. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.


Escrito por Carlos José Linardi às 15h26
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Estudo revela preconceito contra educação a distância

Mais de 18 mil alunos de cursos de educação a distância de instituições particulares e públicas sofreram preconceito por terem optado por essa modalidade de ensino, segundo levantamento da ABE-EAD (Associação Brasileira de Estudantes de Ensino a Distância), que recebe as denúncias desde 2007. São casos de discriminação por alunos de cursos presenciais, dúvidas dos empregadores sobre a validade dos cursos - mesmo os autorizados pelo MEC (Ministério da Educação) -, dificuldades para conseguir estágio, para obter o registro profissional e fazer inscrição em concurso.

Hoje há no Brasil mais de 2,6 milhões de alunos em 1.752 cursos, segundo o Censo de Educação a Distância. No início do mês, a ABE-EAD entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o Conselho Nacional do Ministério Público. Por meio da resolução nº 40, de maio deste ano, o órgão dizia que só diplomas de cursos presenciais seriam aceitos para o MP (Ministério Público). A conclusão deve sair nas próximas semanas.

Além do conselho, outros órgãos veem problemas no ensino a distância. É o caso do Conselho Federal de Serviço Social, que não apoia a modalidade. A dificuldade para estágio é, segundo a presidente da entidade, Ivanete Boschetti, culpa da estrutura da educação a distância, que prioriza a "quantidade em vez da qualidade da formação". "O mercado não absorve esse número de estagiários." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Escrito por Carlos José Linardi às 11h39
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Livros escolares vão para o lixo e diretora é afastada

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo afastou hoje a diretora e a vice-diretora da escola Eugênia Vilhena, em Ribeirão Preto, interior do Estado, depois que livros didáticos da rede estadual de ensino foram encontrados em uma caçamba de lixo na periferia da cidade.

Em nota, a secretaria frisou que "não admite que culpem os alunos antes de que qualquer apuração seja concluída e que haja tal descaso para com o bem público, no caso, os cadernos escolares".

A quantidade de livros abandonados ainda é desconhecida, mas a estimativa inicial dá conta de que são milhares. A maior parte do material ainda não havia sido usada pelos alunos e muitos livros ainda estão embalados.

Os exemplares de várias disciplinas do ensino médio, como filosofia, química, língua portuguesa e matemática foram achados ontem. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.


Escrito por Carlos José Linardi às 10h47
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Livro sobreviverá às novas tecnologias, diz ministro da Cultura

SÉRGIO RIPARDO
colaboração para a Livraria da Folha

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, 60, diz que o brasileiro está lendo mais na era Lula devido ao otimismo com a economia, à busca por ascenção social e também por iniciativas de incentivo ao hábito de leitura.

Sebastiao Moreira/Efe
Juca Ferreira diz ter livros sobre o Brasil na cabeceira, mas está sem tempo para a leitura
Juca Ferreira diz ter livros sobre o Brasil na cabeceira, mas está sem tempo para a leitura
Ben Margot/AP
E-book marca maior feira do livro do mundo
E-book marca edição da Feira de Frankfurt

Na noite desta quinta-feira (22), ele participa da cerimônia de entrega do prêmio VivaLeitura, no Museu da Língua Portuguesa, na Luz (região central de São Paulo).

Na opinião do ministro, que é sociólogo, a popularização do e-book (livro digital) --principal assunto da Feira de Frankfurt na semana passada-- não decretará a morte do livro físico.

"O livro sobreviverá e se fortalecerá mesmo nesse ambiente de novas tecnologias", afirma o ministro à Livraria da Folha.

Pesquisa dos organizadores da maior feira literária do mundo apontou que metade das editoras espera que, a partir de 2018, as vendas com e-book superem as do livro impresso.

Confira a entrevista exclusiva concedida pelo ministro minutos antes de sua participação na cerimônia do prêmio VivaLeitura 2009, que distribuiu R$ 90 mil para projetos em Mato Grosso, Pernambuco e Minas Gerais.



Escrito por Carlos José Linardi às 10h34
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Câmara aprova garantia de mesma escola pública para irmãos


Da Agência Câmara
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara aprovou na quarta-feira (21) o Projeto de Lei 48/07, do deputado Neilton Mulin (PR-RJ), que garante a irmãos o acesso ao mesmo estabelecimento de ensino público, próximo à residência. A proposta altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, Lei 8069/90) e proíbe ainda a separação de irmãos gêmeos.

De acordo com a relatora, deputado Sandra Rosado (PSB-RN), o autor argumenta que a separação de gêmeos é particularmente danosa porque especialistas afirmam que a simbiose entre gêmeos é natural e a separação é uma grande violência contra as crianças.

A relatora votou pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica jurídica da proposta. A proposta, conclusiva, já havia sido aprovada em 2007 pela Comissão de Educação e Cultura. Em 2008, foi aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família e, agora, segue para análise do Senado.


Escrito por Carlos José Linardi às 13h46
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No dia do professor, pesquisa mostra que alunos preferem professores a instituições de ensino

 

Da Agência Brasil
Pesquisa feita pela UnB (Universidade de Brasília) revela que alunos de instituições particulares de ensino superior particulares estão mais vinculados aos professores do que à universidade. A relação aluno-professor é mais valorizada inclusive do que instalações luxuosas. A tese Capital Social Organizacional: A Confiança nas IESs (Instituições de Ensino Superior) de Brasília, desenvolvida em junho de 2007 pelo professor Gilson Borda, foi realizada com alunos de faculdades tradicionais e novas do Distrito Federal.

Para a pesquisa, Borda contou com a participação de 351 alunos e usou bases de teóricos tradicionais. Ele avaliou a relação entre estudantes, funcionários, professores e direção de ensino. De acordo com os dados obtidos, 80% dos entrevistados preferem os professores à instalações física como motivação para ingressar ou permanecer em uma faculdade.


O pesquisador acredita que a relação de confiança do aluno com a faculdade é intermediada pelo professor, portanto, o responsável por fortalecer esse laço acaba sendo o professor, pois é ele que passa a maior parte do tempo com o estudante. Isso também pode funcionar de maneira negativa, esclarece Borda, porque se o docente se sentir insatisfeito com a instituição, a relação com o aluno pode ficar abalada.

A opção por instituições privadas foi feita porque além de relações sociais, existem também as econômicas e segundo teorias estudadas para a formulação da tese, "mesmo em uma relação comercial, sempre há uma troca social maior do que a econômica", explica o professor.

O objetivo do trabalho era avaliar os capitais importantes no século 21 e mostrar que a relação econômica não é tão importante quanto se costuma acreditar. Borda conta que desde a Revolução Industrial, o capital econômico era o mais importante, porém "a partir da década de 1950, passou a ser valorizado também o capital intelectual". Isso significa que a capacidade intelectual, principalmente no caso de instituições de ensino, deve ser considerada primordial. A conclusão a que chegou a pesquisa foi que a ligação da instituição com o aluno é gerada a partir da convivência com o professor que ensina não só conhecimento, mas também valores.

Edição: Graça Adjuto


Escrito por Carlos José Linardi às 13h04
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Escolas terão de tocar Hino Nacional uma vez por semana

SIMONE IGLESIAS
da Folha de S.Paulo

A partir de hoje, as escolas de ensino fundamental públicas e privadas de todo o país passam a ser obrigadas a executar uma vez por semana o Hino Nacional. A lei, de autoria do deputado Lincoln Portela (PR-MG), foi sancionada ontem (21) pelo vice-presidente no exercício da Presidência, José Alencar.

A lei não prevê data e horário para a execução do hino, ficando a critério dos estabelecimentos de ensino. O projeto também não prevê punição a quem não cumprir a lei.

Tramitam em várias Assembleias Legislativas e Câmaras do país projeto de lei estabelecendo a obrigatoriedade. Com a sanção presidencial, a obrigatoriedade passa a valer automaticamente, sem necessidade de estar prevista em legislações estaduais ou municipais.

Na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, uma resolução obrigando à execução do Hino Nacional foi publicada pela prefeitura em junho deste ano.

Em 1936, o governo Getúlio Vargas determinou pela primeira vez a obrigatoriedade da execução do Hino Nacional nas escolas públicas e privadas de todo o país. Em 1971, durante o regime militar, passou a vigorar lei que trata dos símbolos nacionais, também obrigando à execução do hino nas escolas durante o hasteamento da bandeira, mas ela não definia a frequência com que ele deveria ser cantado pelos alunos.

Com a sanção presidencial, à lei 5700/71 é acrescido parágrafo obrigando a que ocorra uma vez por semana. Havia outros projetos tratando da obrigatoriedade de execução do Hino Nacional tramitando no Congresso.

Herói

Alencar também sancionou lei inscrevendo o índio guarani gaúcho Sepé Tiaraju no Livro de Heróis da Pátria. Tiaraju nasceu em uma aldeia jesuíta dos Sete Povos das Missões, no RS, e tornou-se líder dos índios que atuaram contra as tropas luso-brasileira e espanhola na Guerra Guaranítica.

Ele foi considerado santo popular e virou personagem lendário registrado na literatura brasileira no romance "O Tempo e o Vento", de Erico Veríssimo; e no poema épico "O Uraguai", de Basílio da Gama. A data de seu nascimento é desconhecida, mas ele morreu em 1756 em uma emboscada

Entre os inscritos no Livro dos Heróis da Pátria estão Tiradentes, Zumbi dos Palmares e D. Pedro 1º, entre outros.

Alencar sancionou as duas leis em sua casa, em São Paulo. O presidente interino segue em tratamento no Hospital Sírio-Libanês.



Escrito por Carlos José Linardi às 15h59
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Meta de redução do analfabetismo pode não ser alcançada, diz Haddad

Da Agência Brasil

O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse hoje (18) que se a redução da taxa de analfabetismo na população maior de 15 anos mantiver o mesmo ritmo registrado em 2008 pela Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio), o Brasil não conseguirá cumprir o acordo assinado em 2000 durante a Conferência Mundial de Educação, em Dacar (Senegal). O documento determina que o país deve reduzir pela metade a taxa de analfabetismo até 2015, chegando a 6,7%.

Wilson Dias/Abr
Segundo a Pnad 2008, brasileiro passa, em média, 7 anos na escola
HADDAD COMENTA PNAD 2008
EM QUE BRASIL DEVE MELHORAR?
MAIS DE 15 ANOS: 14,2 MI
ESPECIAL PNAD

De 2007 para 2008, o analfabetismo caiu de 10,1% para 10%. Entretanto, na avaliação do ministro, se for observado o ritmo de redução dos anos anteriores, o Brasil conseguirá chegar à taxa de 6,7%. De 2005 para 2006, a redução foi de 0,7% e de 2006 para 2007, de 0,4%. "Pela série histórica nós vamos cumprir. Nós chegamos a reduzir 0,7% em um ano, como ocorreu em 2005", afirmou.

Para Haddad, prefeituras e municípios precisam se esforçar para solucionar o problema sob o risco do não cumprimento das metas. Ele destacou que nas regiões em que há mais adesão ao Brasil Alfabetizado, programa do MEC (Ministério da Educação) para alfabetização de jovens e adultos, a redução foi menor.

"O exemplo do Nordeste evidencia que é possível fazer essa redução", exemplificou. A região concentra cerca de 80% das turmas do programa e de 2007 para 2008 registrou a maior queda na taxa de analfabetismo: 0,5%.

Haddad chamou atenção para o aumento de 140 mil analfabetos entre as pessoas com mais de 25 anos, especialmente no Sul e no Sudeste, o que para ele não é "algo compreensível". Segundo ele, é como se pessoas que se declararam alfabetizadas em um ano se declarassem analfabetas no ano seguinte. Ele disse que o MEC já pediu para o IBGE um detalhamento desses dados.

Amanda Cieglinski

Edição: Lílian Beraldo



Escrito por Carlos José Linardi às 17h13
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Câmara dos Deputados aprova mais verba para educação

LARISSA GUIMARÃES
da Folha de S.Paulo, em Brasília

A educação poderá receber cerca de R$ 7 bilhões a mais no Orçamento a partir de 2010. A Câmara dos Deputados aprovou ontem (16), em primeiro turno, a PEC (proposta de emenda à Constituição) que acaba com a retenção de recursos da educação por meio da DRU (Desvinculação de Receitas da União).

A proposta precisa ser aprovada em segundo turno para voltar para o Senado, pois foi modificada na Câmara.

Criada em 1994 com o nome de Fundo Social de Emergência, a DRU permite à União retirar da área 20% dos recursos que, pela Constituição, teriam que ser destinados ao setor.

A PEC prevê que o mecanismo seja reduzido gradualmente até 2011. O percentual passaria a 12,5% já neste ano, o que pode representar aumento de cerca de R$ 3 bilhões no Orçamento da área, de acordo com o relator da proposta, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN).

Estima-se que, após a extinção da DRU em 2011, o Orçamento federal para a educação cresça aproximadamente R$ 10,5 bilhões. Parte do valor poderia ser repassado a Estados e municípios, responsáveis pela oferta do ensino médio e da pré-escola, respectivamente.

O Orçamento da educação neste ano é de cerca de R$ 41 bilhões. A previsão para o próximo ano é de R$ 50 bilhões.

A PEC também torna obrigatório o ensino para crianças e jovens de 4 a 17 anos. Hoje, a obrigatoriedade abrange a faixa etária de 6 a 14 anos. Com isso, seriam acrescentados dois anos da pré-escola e o ensino médio.

Durante a tramitação da proposta, a mudança da obrigatoriedade do ensino foi apoiada pelo Ministério da Educação. Pela Constituição, os pais e o poder público podem ser responsabilizados pelas crianças fora da escola. "Isso deverá incluir cerca de 3,6 milhões de crianças e jovens no sistema de ensino", disse o deputado.



Escrito por Carlos José Linardi às 16h58
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Livros do MEC: Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul alerta escolas estaduais sobre conteúdo impróprio em livros distribuídos pelo MEC

 

Três livros de histórias em quadrinhos, distribuídos pelo Ministério da Educação (MEC) diretamente às escolas estaduais de ensino médio, contém conteúdo inadequado para os estudantes nessa faixa etária. Diante dessa avaliação, a Secretaria Estadual da Educação (SEC) está orientando as escolas da rede estadual para que avaliem o conteúdo dos livros recebidos e retirem do acervo os de conteúdo impróprio.

Com cenas e linguagens inadequadas, os livros do autor Will Eisner, “Força da vida”, “Um contrato com Deus e outras histórias de cortiço” e “O Sonhador”, fazem parte do Programa Nacional de Bibliotecas nas Escolas (PNBE) do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) do governo Federal.

A distribuição dos livros é feita diretamente pelo MEC às escolas. Para a secretária da Educação, Mariza Abreu, esse problema é decorrente de um modelo de gestão no qual o MEC, em vários programas educacionais, dirige-se diretamente às escolas públicas sem antes articular-se com suas mantenedoras, ou seja, as Secretarias de Educação dos Estados e dos Municípios.

“Enviamos comunicado às Coordenadorias Regionais de Educação (CRE’s) que deverão informar as escolas para não disponibilizar esses livros aos alunos. Estamos avaliando a possibilidade de entrar com uma representação no Ministério Público contra os responsáveis pela seleção e distribuição desse material”, declarou Mariza Abreu.

A secretária da Educação acredita que o ministro da Educação, Fernando Haddad, não tenha conhecimento sobre o conteúdo dos livros e fará contato com o MEC.



Escrito por Carlos José Linardi às 12h56
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Lançamento: Na Curva do Amanhã de Almino Affonso

Nesta segunda-feira 24/08/2009, a Livraria Cultura recebeu Almino Affonso para uma sessão de autógrafos do livro 'Na curva do amanhã'.

Ex-deputado e ex-ministro, ele conviveu com o arrojado Juscelino Kubitschek, o contraditório Jânio Quadros e o polêmico João Goulart. Por 50 anos, o autor foi protagonista e observador privilegiado de momentos decisivos da política Nacional. Almino tornou-se deputado federal aos 30 anos. Ministro do Trabalho no governo João Goulart, viveu os mom

entos de tensão que envolveram o golpe de 1964. Cassado pelo regime militar, deixou o país às pressas para enfrentar um exílio que duraria mais de uma década. De volta ao Brasil, teve participação ativa no movimento 'Diretas Já', sendo eleito vice-governador de São Paulo no início dos anos 1990. Neste livro de 280 páginas, o autor p

rojeta suas reflexões do amanhã, numa indisfarçada inquietação com o destino da sociedade democrática. Na verdade ainda desafiada pelas instituições não consolidadas e pelo confronto com as conquistas da Revolução Tecnológica. O Fascínio com os avanços tecnológicos, sobretudo no âmbito da engenharia genética, e a angustia com as disparidades sociais entre os povos; festeja a Democracia participativa, através dos institutos do plebiscito e do referendo

, mas relembra as advertências de Saint Sion, há mais de 100 anos, confrontando o governo dos legisladore

s com o governo dos cientistas: relembra com revolta a lenta trajetória da Senzala à Cidadania que ainda agride os negros; na mesma linha mostra o quanto a Cidadania da Mulher ainda está no meio do caminho, limitada a conquistas escassas. De igual modo se entrega a rever a nossa história, em artigos e conferências que evocam o Governo João Goulart, a grandeza de Rui Barbosa, a militância política de Abguar Bastos, bem como em discursos que recordam sua geração na Faculdade de Direito de São Paulo.



Escrito por Carlos José Linardi às 12h08
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Lançamento: Na Curva do Amanhã - Almino Affonso

Ex-deputado e ex-ministro, ele conviveu com o arrojado Juscelino Kubitschek, o contraditório Jânio Quadros e o polêmico João Goulart. Por 50 anos, Almino Affonso foi protagonista e observador privilegiado de momentos decisivos da política Nacional.

O amazonense Almino Monteiro Álvares Affonso lança o livro Na Curva do Amanhã, no dia 24 de agosto das 18h às 21h30 na Livraria Cultura do Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073. Almino Affonso tornou-se deputado federal aos 30 anos. Ministro do Trabalho no governo João Goulart, viveu os momentos de tensão que envolveram o golpe de 1964. Cassado pelo regime militar, deixou o país às pressas para enfrentar um exílio que duraria mais de uma década. De volta ao Brasil, teve participação ativa no movimento Diretas Já, sendo eleito vice-governador de São Paulo no início dos anos 90.

Neste livro de 280 páginas da Editora Letras & Letras,  o autor projeta suas reflexões do amanhã, numa indisfarçada inquietação com o destino da sociedade democrática. Na verdade ainda desafiada pelas instituições não consolidadas e pelo confronto com as conquistas da Revolução Tecnológica.

O Fascínio com os avanços tecnológicos, sobretudo no âmbito da engenharia genética, e a angustia com as disparidades sociais entre os povos; festeja a Democracia participativa, através dos institutos do plebiscito e do referendo, mas relembra as advertências de Saint Sion, há mais de cem anos, confrontando o governo dos legisladores com o governo dos cientistas: relembra com revolta a lenta trajetória da Senzala à Cidadania que ainda agride os negros; na mesma linha mostra o quanto a Cidadania da Mulher ainda está no meio do caminho, limitada a conquistas escassas. De igual modo se entrega a rever a nossa história, em artigos e conferências que evocam o Governo João Goulart, a grandeza de Rui Barbosa, a militância política de Abguar Bastos, bem como em discursos que recordam sua geração na Faculdade de Direito de São Paulo.


Na Curva do Amanhã
Editora Letras & Letras
Formato 14 X 21 cm
280 páginas
R$ 48,00



Lançamento:

Quando: dia 24 de Agosto à partir das 18hs
Local: Livraria Cultura - Conj. Nacional
Av. Paulista, 2073



Escrito por Carlos José Linardi às 10h42
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Maioria das escolas da rede pública não conta com biblioteca

Maranhão é o pior Estado, com índice de 92%; especialista da Unicef aponta desestímulo à leitura

 

A falta de biblioteca é uma realidade em 113 mil escolas do Brasil, o equivalente a 68,81% da rede pública. No caso do Maranhão, que lidera o ranking, essa porcentagem chega a 92,09%.

O problema também atinge quase metade da rede em São Paulo e 42% das unidades do Rio, embora os dois Estados estejam nos últimos lugares da lista. O melhor colocado é o Distrito Federal, com 25,23% (veja quadro).

O levantamento, feito pelo Destak a partir de dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC), engloba todo o ciclo da educação básica, que vai do ensino infantil até o médio. Estão incluídas escolas municipais, estaduais e federais. Os dados constam do Censo Escolar 2008.

"Esse número nacional é lamentável. A falta de bibliotecas desestimula a leitura dos alunos. Pesquisas mostram que o estudante, quando não tem incentivo à leitura, tira notas baixas", afirmou a coordenadora do Programa de Educação do Unicef, Maria de Salete Silva.

Segundo a especialista e a Secretaria de Educação Básica do MEC, o principal problema é a falta de infraestrutura nos Estados e municípios. "Os livros são enviados para todas as escolas, mas não existe espaço físico para colocá-los. As publicações ficam dentro de armários ou salas pequenas", disse a coordenadora de materiais do MEC, Jane Cristina Silva.

O orçamento federal para o envio de livros às escolas neste ano é de R$ 76,6 milhões. Em 2008, as escolas receberam, em média, 39,6 livros cada uma, segundo o MEC.l

Alunos com livros no Distrito Federal: a melhor posição no ranking, com 25,23%
Agência Brasil


(Da redação)

FONTE: Jornal Destak



Escrito por Carlos José Linardi às 10h42
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Lançamento: Na Curva do Amanhã - Almino Affonso

Ex-deputado e ex-ministro, ele conviveu com o arrojado Juscelino Kubitschek, o contraditório Jânio Quadros e o polêmico João Goulart. Por 50 anos, Almino Affonso foi protagonista e observador privilegiado de momentos decisivos da política Nacional.

O amazonense Almino Monteiro Álvares Affonso lança o livro Na Curva do Amanhã, no dia 24 de agosto das 18h às 21h30 na Livraria Cultura do Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073. Almino Affonso tornou-se deputado federal aos 30 anos. Ministro do Trabalho no governo João Goulart, viveu os momentos de tensão que envolveram o golpe de 1964. Cassado pelo regime militar, deixou o país às pressas para enfrentar um exílio que duraria mais de uma década. De volta ao Brasil, teve participação ativa no movimento Diretas Já, sendo eleito vice-governador de São Paulo no início dos anos 90.

Neste livro de 280 páginas da Editora Letras & Letras,  o autor projeta suas reflexões do amanhã, numa indisfarçada inquietação com o destino da sociedade democrática. Na verdade ainda desafiada pelas instituições não consolidadas e pelo confronto com as conquistas da Revolução Tecnológica.

O Fascínio com os avanços tecnológicos, sobretudo no âmbito da engenharia genética, e a angustia com as disparidades sociais entre os povos; festeja a Democracia participativa, através dos institutos do plebiscito e do referendo, mas relembra as advertências de Saint Sion, há mais de cem anos, confrontando o governo dos legisladores com o governo dos cientistas: relembra com revolta a lenta trajetória da Senzala à Cidadania que ainda agride os negros; na mesma linha mostra o quanto a Cidadania da Mulher ainda está no meio do caminho, limitada a conquistas escassas. De igual modo se entrega a rever a nossa história, em artigos e conferências que evocam o Governo João Goulart, a grandeza de Rui Barbosa, a militância política de Abguar Bastos, bem como em discursos que recordam sua geração na Faculdade de Direito de São Paulo.


Na Curva do Amanhã
Editora Letras & Letras
Formato 14 X 21 cm
280 páginas
R$ 48,00



Lançamento:

Quando: dia 24 de Agosto à partir das 18hs
Local: Livraria Cultura - Conj. Nacional
Av. Paulista, 2073



Escrito por Carlos José Linardi às 16h11
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